"The Second Industrial Revolution seemed oblivious to the long economic depression that began in 1873 and lasted until the mid-1890s. It was marked by falling prices and punctuated by financial panics, although not by prolonged unemployment or economic stagnation. Following a fever of speculation, particularly in Germany, banks failed in Vienna. The speed with which the crisis spread to other financial capitals reflected the extent to which improvements in transportation and communication during the middle decades of the nineteenth century had extended the links of an increasingly global economy. Agricultural prices fell virtually everywhere in Europe, in part because imported grain from the United States and Canada flooded markets. In every industrialized country, tariffs became the focus of impassioned political debate, even in Britain, where economic liberalism remained the prevailing credo. Governments responded to the depression by imposing protective tariffs in the interest of native industries and agriculture: Austria (1874), Russia (1875), France (1892), Italy (1887), and Germany (1902)."
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6.2.10
7.10.09
programa de governo 2
"Outra questão é a própria ideia de desenvolvimento. A humanidade não pode mais crescer. Sou a favor do crescimento zero, de caminhar para uma redistribuição em escala planetária da riqueza. Frases como "continuem consumindo" e "comprem mais carro" são criminosas do ponto de vista da espécie. Nesse sentido, a palavra desenvolvimento é péssima, e a palavra crescimento, pior ainda. Nem todo desenvolvimento envolve crescimento econômico; o PIB não mede porcaria nenhuma. O Butão criou um índice de felicidade interna bruta (FIB). Parece piada, mas talvez não seja completamente idiota. Os EUA, que têm um PIB bem maior que o do Brasil, não creio que teriam um nível de felicidade interna bruta maior que o nosso. Não parecem um povo particularmente pacífico, alegre, saudável. Ao contrário: toda semana alguém mata quarenta escolares em algum lugar do país e a obesidade é galopante. Nada que nos faça mirar nos EUA como exemplo de civilização. O Brasil precisa se desenvolver: aumentar o senso de equidade, de justiça, aprender o que é prioritário."
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